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Avanços para a MFC fecham 2010 e marcam início de novo ano 10/01/2011

Apenas 11 dias se passaram do início de 2011 e importantes fatores denotam que no âmbito da Saúde este será o ano da Atenção Primária e da medicina de família e comunidade (MFC). Além de completar três décadas de reconhecimento como especialidade no final deste ano, a medicina de família e comunidade tem conquistado cada vez mais espaço entre a classe médica e a população.

Ser considerada pelo Departamento de Atenção Básica à Saúde (DAB) “padrão-ouro” no processo de qualificação e aprimoramento do sistema público; estar entre as quatro maiores sociedades científicas do Brasil reconhecidas pela AMB; conquistar o lugar de sede da edição de 2016 do World Organization of Family Doctors (Wonca); a qualidade dos encontros regionais e a aprovação da portaria 3.839, foram alguns dos acontecimentos que fizeram de 2010 um ano positivo para a MFC nacional.

E, é com este saldo na balança que a SBMFC entrará neste novo ano. Sob as luzes de um novo Governo, o presidente da Sociedade, Gustavo Gusso, revela estar otimista com a Saúde após ter ouvido o discurso de posse do novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no último dia 3 de janeiro, em Brasília. “A necessidade de fortalecer o controle social para melhorar o acesso da população ao SUS e as contradições do Sistema, como a convivência dos sistemas público e privado, foram aspectos que chamaram a atenção na fala do Ministro”, contou Gusso que reuniu-se com Padilha um dia depois da solenidade. (confira como foi o encontro)

No dia seguinte à cerimônia de posse, o presidente da SBMFC foi recebido por Padilha no seu primeiro dia de trabalho junto com outras lideranças do Movimento pela Reforma Sanitária e pode enfatizar dois pontos dissertados pelo Ministro. Primeiro, que a grande fortaleza do SUS é o acesso, mas também sua maior deficiência. E, em segundo, o fato de ser possível respeitar as diversidades regionais na construção das Políticas de Atenção Primária, mas é fundamental que o governo regule dizendo o que pode e o que não pode ser feito. Gusso ressaltou como exemplo que deve ser obrigatório a manutenção do modelo de equipe multiprofissional com variadas composições de acordo com a demanda local, mas contando sempre com um enfermeiro e um médico de família e comunidade.

Palavra da SBMFC

“A equipe que se forma tem todas as condições de fazer uma excelente gestão que pode ficar marcada para a história como a que consolidou o acesso a Estratégia Saúde da Família a 100% da população brasileira além do necessário salto qualitativo. Assim, a diretoria da SBMFC saúda o novo Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha. Como médico infectologista conhece bem as necessidades de saúde da população brasileira, especialmente a necessidade de mais investimento na Atenção Primária à Saúde. A entidade também saúda o Secretário de Atenção à Saúde, Dr. Helvécio Magalhães que como secretário de saúde de Belo Horizonte foi um dos gestores que mais investiu na APS e na medicina de família e comunidade”.

Acompanhe o que acontece na nova gestão da Saúde na terceira edição do Jornal Saúde da Família.
 

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